Saturday, 23 May 2009

Inteligência Artificial

Na aula de 22 de Maio, falámos sobre Inteligência Artificial.
Mas afinal o que é a inteligência?
Na verdade, é um conceito bastante difícil de definir, pela sua complexidade e abstracção.
No fundo, e muito superficialmente, é a capacidade mental de raciocinar, planear, resolver problemas, compreender ideias e conceitos e aprender.
A Inteligência Artificial é então a área da ciência da Computação que se dedica à criação de máquinas com a habilidade de pensar, e enfim, de ser inteligente. Não só isto, mas também tenta reproduzir faculdades humanas como a criatividade ou a linguagem.

Tal como já tinha acontecido em aulas anteriores, o professor mostrou-nos vídeos, que ilustravam os últimos avanços na área de invetsigação da IA, a Robótica.
O vídeo que se segue é do robô Heart, desenvolvido numa Universidade em Inglaterra, que tem a particularidade de mostrar emoções.



Por ser fisicamente como um bebé, devido à sua cabeça e olhos redondos e grandes, a reacção das pessoas é geralmente a de simpatia.
Já numa outra aula nos tinham sido dado a conhecer vários programas que nos punham em contacto com máquinas. Porém acho relevante considerar-se o que Descartes, um pensador do século XVII, disse a respeito da linguagem humana:

"[embora se possa] conceber uma máquina de tal modo feita que profira palavras, algumas das quais mesmo a propósito das acções corporais que causam qualquer mudança nos seus órgãos,: como por exemplo, perguntar o que é que se lhe quer dizer, se a tocarem em qualquer órgão, ou gritar que se magoou se a tocarem noutro, e outras coisas semelhantes - não se concebe porém que combine essas palavras de maneiras diversas para responder com oportunidade a tudo o que se disser na sua presença, como podem fazer os homens mais embrutecidos."

Efectivamente, a ideia de dar vida a máquinas, para que elas se comportem como uma pessoa, já tem muito tempo. Exemplo ideal disto é o Frankenstein.

O MIT tem grupos que se ocupam exclusivamente deste tipo de projectos, o Personal Robots Group e o Humanoid Robotics Group são apenas dois deles. Enquanto que no segundo, ainda não davam muita importância à estética dos robôs, concentrando-se antes nos movimentos e na parte técnica (sensores, microprocessadores, enfim o software do robô), o primeiro grupo que referi dão atenção ao seu aspecto exterior, pensando na futura interacção com pessoas. É possível ver, nos links que ofereci, os diversos projectos desenvolvidos por ambos os grupos.

Rita Duarte, nº 38058

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