A aula de 18 de Março teve como pontos de pesquisa dois temas principais: Osborne 1 e Hackers.
Como todos sabem, o Osborne 1 foi o primeiro microcomputador portátil a ser comercialmente bem-sucedido. Foi criado por Adam Osborne e lançado em Abril de 1981 pela Osborne Computer Corporation. Pesava 10,7 kg, custava US$ 1795 (o que era caro, para a altura) e tinha o conhecido CP/M 2.2 como sistema operacional. As suas desvantagens, além do peso, eram o pequeno ecrã de 5 polegadas e as drives de disquete de face e densidade simples, cujas disquetes não conseguiam conter dados suficientes para aplicações corporativas práticas. O seu design provém do Xerox NoteTaker (um computador portátil, criado em 1976, não comercializado). O Osborne 1 ainda teve um sucessor, Osborne Executive, que não teve tanto sucesso quanto o seu precursor.
O software do Osborne foi o primeiro a ser aplicativo, ou seja, um programa que tem por objetivo o desempenho de tarefas de índole prática, em geral ligadas ao processamento de dados, como o trabalho em escritório ou empresarial.


Como todos sabem, o Osborne 1 foi o primeiro microcomputador portátil a ser comercialmente bem-sucedido. Foi criado por Adam Osborne e lançado em Abril de 1981 pela Osborne Computer Corporation. Pesava 10,7 kg, custava US$ 1795 (o que era caro, para a altura) e tinha o conhecido CP/M 2.2 como sistema operacional. As suas desvantagens, além do peso, eram o pequeno ecrã de 5 polegadas e as drives de disquete de face e densidade simples, cujas disquetes não conseguiam conter dados suficientes para aplicações corporativas práticas. O seu design provém do Xerox NoteTaker (um computador portátil, criado em 1976, não comercializado). O Osborne 1 ainda teve um sucessor, Osborne Executive, que não teve tanto sucesso quanto o seu precursor.
O software do Osborne foi o primeiro a ser aplicativo, ou seja, um programa que tem por objetivo o desempenho de tarefas de índole prática, em geral ligadas ao processamento de dados, como o trabalho em escritório ou empresarial.


Lee Felsenstein, nascido a 1945, em Filadélfia, é um engenheiro informático, mais conhecido por ter tido um papel importante no desenvolvimento do computador pessoal. Ele foi um dos membros do Homebrew Computer Club e o designer do Osborne 1 e foi graças a este último evento que ficou extremamente conhecido por todo o mundo. Ele também foi o designer do SOL Terminal Computer. Felsenstein tinha uma vida política não muito activa; dizia-se da esquerda não-dogmática. Em 1998, fundou o Free Speech Movement Archives.
Lee criou, juntamente com Efrem Lipkin e Mark Szpakowski, o Community Memory, o primeiro bulletin board system computadorizado público. Instalado em Berkeley, Califórnia, em 1973, possuia uma rede de terminais espalhados pela Bay Area. Cada membro poderia fazer login e ter acesso a todas as informações que lhe conviesse, sem nenhum tipo de controlo central rígido. A ideia original por detrás deste projecto era que os utilizadores interagissem com este sistema, algo que, hoje em dia, é frequente, na Internet.
No seu período primário (1973- 1975), o programa foi uma experiênciapara ver como as pessoas reagiriam a esta nova utilidade para o computador: trocar informação. Naquele tempo, porém, poucas pessoas tinham acesso directo a computadores.
Num segundo período, os criadores tinham como objectivo criar uma rede global de informação, que apareceu no finais dos anos setenta. Efrem Lipkin e Ken Colstad foram os principais utilizadores.
O Community Memory acabou por ser generalizado, graças à sua disponibilidade ao público geral. Os utilizadores mostraram que o projecto podia ser usado como um meio comunicativo para promover arte, literatura, jornalismo, comércio e interacção social.

Lee criou, juntamente com Efrem Lipkin e Mark Szpakowski, o Community Memory, o primeiro bulletin board system computadorizado público. Instalado em Berkeley, Califórnia, em 1973, possuia uma rede de terminais espalhados pela Bay Area. Cada membro poderia fazer login e ter acesso a todas as informações que lhe conviesse, sem nenhum tipo de controlo central rígido. A ideia original por detrás deste projecto era que os utilizadores interagissem com este sistema, algo que, hoje em dia, é frequente, na Internet.
No seu período primário (1973- 1975), o programa foi uma experiênciapara ver como as pessoas reagiriam a esta nova utilidade para o computador: trocar informação. Naquele tempo, porém, poucas pessoas tinham acesso directo a computadores.
Num segundo período, os criadores tinham como objectivo criar uma rede global de informação, que apareceu no finais dos anos setenta. Efrem Lipkin e Ken Colstad foram os principais utilizadores.
O Community Memory acabou por ser generalizado, graças à sua disponibilidade ao público geral. Os utilizadores mostraram que o projecto podia ser usado como um meio comunicativo para promover arte, literatura, jornalismo, comércio e interacção social.

Hackers
O termo hacker, na sua verdadeira essência, correponde a um indivíduo que elabora e modifica software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas, de forma legal.
O significado é geral e erroneamente atribuído ao significado de cracker, um programador malicioso ou ciberpirata que invade um computador com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.
Os hackers têm uma ética própria. Um dos seus grandes criadores foi o finlandês Pekka Himanen.
Os princípios básicos desta filosofia são a partilha da informação, sinceridade (julgar um hacker pelo que ele faz e não por quem é - raça, religião, posição social, etc.), descentralização, acesso livre e ilimitado a computadores e tornar o mundo melhor.
Ken Williams (nascido em Outubro de 1954) é um programador de jogos Americano e co-fundador com a sua mulher wife Roberta Williams da On-Line Systems, que mais tarde se tornou na Sierra On-Line. Actualmente, tem como hobby gerir o TalkSpot, um website que tem como objectivo ajudar utilizadores a criar websites pessoais.
Richard Matthew Stallman, (nascido em Manhattan, a 16 de março de 1953) é um famoso hacker (considerado, até, o líder da comunidade hacker), fundador do movimento free software, do projeto GNU e da Free Software Foundation. É um aclamado programador, sendo os seus maiores feitos o Emacs - um conceituado editor de texto - (e o GNU Emacs, mais tarde), o GNU Compiler Collection (conjunto de compiladores de linguagens de programação) e o GNU Debugger. É também autor da GNU General Public License, a licença livre mais usada no mundo, que consolidou o conceito de copyleft.
Desde a metade dos anos 1990, Stallman tem dedicado a maior parte de seu tempo ao activismo político, defendendo software livre e lutando contra a patente de softwares e a expansão da lei de copyright. O tempo que ainda dedica à programação é gasto no GNU Emacs. Stallman, hoje em dia, sustenta-se com aproximadamente a metade do que recebe pelas suas palestras.
O termo hacker, na sua verdadeira essência, correponde a um indivíduo que elabora e modifica software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas, de forma legal.
O significado é geral e erroneamente atribuído ao significado de cracker, um programador malicioso ou ciberpirata que invade um computador com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.
Os hackers têm uma ética própria. Um dos seus grandes criadores foi o finlandês Pekka Himanen.
Os princípios básicos desta filosofia são a partilha da informação, sinceridade (julgar um hacker pelo que ele faz e não por quem é - raça, religião, posição social, etc.), descentralização, acesso livre e ilimitado a computadores e tornar o mundo melhor.
Ken Williams (nascido em Outubro de 1954) é um programador de jogos Americano e co-fundador com a sua mulher wife Roberta Williams da On-Line Systems, que mais tarde se tornou na Sierra On-Line. Actualmente, tem como hobby gerir o TalkSpot, um website que tem como objectivo ajudar utilizadores a criar websites pessoais.
Richard Matthew Stallman, (nascido em Manhattan, a 16 de março de 1953) é um famoso hacker (considerado, até, o líder da comunidade hacker), fundador do movimento free software, do projeto GNU e da Free Software Foundation. É um aclamado programador, sendo os seus maiores feitos o Emacs - um conceituado editor de texto - (e o GNU Emacs, mais tarde), o GNU Compiler Collection (conjunto de compiladores de linguagens de programação) e o GNU Debugger. É também autor da GNU General Public License, a licença livre mais usada no mundo, que consolidou o conceito de copyleft.
Desde a metade dos anos 1990, Stallman tem dedicado a maior parte de seu tempo ao activismo político, defendendo software livre e lutando contra a patente de softwares e a expansão da lei de copyright. O tempo que ainda dedica à programação é gasto no GNU Emacs. Stallman, hoje em dia, sustenta-se com aproximadamente a metade do que recebe pelas suas palestras.
O Projecto GNU, iniciado em 1984, tem como objectivo criar um sistema operacional totalmente livre, que qualquer pessoa tem direito de usar, modificar e redistribuir, bem como o seu código fonte, com a contrapartida de garantir a todos os mesmos direitos.
A Free Software Foundation é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1985, que se dedica à eliminação de restrições sobre a cópia, redistribuição e modificação de programas. Faz isso promovendo o desenvolvimento e o uso de software livre em todas as áreas da computação mas, particularmente, ajudando a desenvolver o sistema operacional GNU e as suas ferramentas.
Até meados da década de 1990, a fundação dedicava-se mais à escrita do software. Como hoje existem muitos projectos independentes de software livre, a FSF dedica-se mais aos aspectos legais e estruturais da comunidade do software livre. Entre as suas atribuições actuais, encarrega-se de aperfeiçoar licenças de software e de documentação (como a GNU General Public License ou a GNU Free Documentation License), de desenvolver um aparato legal acerca dos direitos de autor dos programas criados sob essas licenças, de catalogar e disponibilizar um serviço com os softwares livres desenvolvidos (o Free Software Directory) e de discutir e aperfeiçoar a própria definição de software livre.
O conhecido GIMP, um software de edição de imagem, é licenciado sob a GNU General Public License.
"Free software, free society"
Por fim, o SourceForge é um software de controle de desenvolvimento colaborativo. O sistema é administrado pela VA Software. Ele oferece uma interface para um diversificado serviço do ciclo de vida no desenvolvimento de softwares e integra com um grande número de aplicações de código aberto. O programa é um localizador centralizado de pessoas que desenvolvem software para controlar e manter o desenvolvimento de open sources e actua como um repositório de fontes de código.
Marta Lopes Peres, nº38050
A Free Software Foundation é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1985, que se dedica à eliminação de restrições sobre a cópia, redistribuição e modificação de programas. Faz isso promovendo o desenvolvimento e o uso de software livre em todas as áreas da computação mas, particularmente, ajudando a desenvolver o sistema operacional GNU e as suas ferramentas.
Até meados da década de 1990, a fundação dedicava-se mais à escrita do software. Como hoje existem muitos projectos independentes de software livre, a FSF dedica-se mais aos aspectos legais e estruturais da comunidade do software livre. Entre as suas atribuições actuais, encarrega-se de aperfeiçoar licenças de software e de documentação (como a GNU General Public License ou a GNU Free Documentation License), de desenvolver um aparato legal acerca dos direitos de autor dos programas criados sob essas licenças, de catalogar e disponibilizar um serviço com os softwares livres desenvolvidos (o Free Software Directory) e de discutir e aperfeiçoar a própria definição de software livre.
O conhecido GIMP, um software de edição de imagem, é licenciado sob a GNU General Public License.
"Free software, free society"
Por fim, o SourceForge é um software de controle de desenvolvimento colaborativo. O sistema é administrado pela VA Software. Ele oferece uma interface para um diversificado serviço do ciclo de vida no desenvolvimento de softwares e integra com um grande número de aplicações de código aberto. O programa é um localizador centralizado de pessoas que desenvolvem software para controlar e manter o desenvolvimento de open sources e actua como um repositório de fontes de código.
Marta Lopes Peres, nº38050

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